Era uma vez uma borboleta.Esta era muito vaidosa e pretenciosa. Era muito bonita e estava sempre a gabar-se da sua beleza.Ninguém gostava dela , pois ela era muito antipática e estava sempre a criticar os outros.Por isso estava sempre sozinha e triste.
Um dia conhece uma abelha.Mas essa não era uma abelha qualquer.Infelizmente essa abelha era muito feia ,coitadinha. Mas em contra partida era inteligente,carinhosa e amada por todos.
A borboleta disse-lhe:
-Ai és tão feia que metes nojo.
-Eu posso ser feia mas tenho muito mais que tu.
-O que tens a mais que eu?
-Amigos,felicidade e as minhas assas são completamente simétricas,ao contrário das tuas que são completamente tortas.Além disso não tens ninguém que goste de ti.Tratas todos mal e afasta-os.
A borboleta ficou arrasada. Nunca ninguém a tinha insultado daquela maneira e nunca tinham reparado no defeito das suas assas!E quanto aos amigos ela pensava que todos tinham ciúmes dela! Mas afinal ,não.Derrotada e triste, a borbeleta foi se embora e mudou completamente a sua vida.
Moral: "Todos temos defeitos.Assim como emcontramos defeitos nos outros os outros também os encontram em nós."
Bibliografia: Escrito pelo grupo.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
A lenda do galo de Barcelos
Segundo ela, os habitantes de Barcelos andavam exaltados com um crime e,não só por isso, tambem por ainda não se ter capturado o criminoso.
Um dia, apareceu um suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo e, apesar de jurar ser inocente, ninguém acreditou nele. Ninguém acreditou que ele se tinha dirigido a S. Tiago de Compostela para cumprir uma promessa; e muito menos que fosse um grande crente no santo da terra a que se dirigia; assim como em São Paulo e na Nossa Senhora. Por estes motivos, foi condenado à forca.
Antes de ser morto, como último desejo pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedido o desejo, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento estava num jantar de amigos. O pobre condenada voltou a afirmar,de vivos pulmões, a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes apontou para o galo assado que estava sobre a ornamentada mesa e exclamou:
- É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem!
Risos e comentários não se fizeram esperar, mas por precaução, ninguém tocou no galo. O que parecia impossível, tornou-se porém, realidade! Quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Já ninguém duvidava da inocência do condenado. O juiz vai de encontro ao condenado e com espanto vê o inocente com a corda ao pescoço, mas o nó lasso, impedindo o seu estrangulamento. Imediatamente foi liberto e mandado em paz.
Passados alguns anos, voltou a Barcelos e fez erguer o famoso monumento em louvor à Virgem e a São Tiago.
Bibliografia: retirado do site (http://www.historia.com.pt/barcelos/galo/textos/historia.htm)
Um dia, apareceu um suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo e, apesar de jurar ser inocente, ninguém acreditou nele. Ninguém acreditou que ele se tinha dirigido a S. Tiago de Compostela para cumprir uma promessa; e muito menos que fosse um grande crente no santo da terra a que se dirigia; assim como em São Paulo e na Nossa Senhora. Por estes motivos, foi condenado à forca.
Antes de ser morto, como último desejo pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedido o desejo, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento estava num jantar de amigos. O pobre condenada voltou a afirmar,de vivos pulmões, a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes apontou para o galo assado que estava sobre a ornamentada mesa e exclamou:
- É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem!
Risos e comentários não se fizeram esperar, mas por precaução, ninguém tocou no galo. O que parecia impossível, tornou-se porém, realidade! Quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Já ninguém duvidava da inocência do condenado. O juiz vai de encontro ao condenado e com espanto vê o inocente com a corda ao pescoço, mas o nó lasso, impedindo o seu estrangulamento. Imediatamente foi liberto e mandado em paz.
Passados alguns anos, voltou a Barcelos e fez erguer o famoso monumento em louvor à Virgem e a São Tiago.
Bibliografia: retirado do site (http://www.historia.com.pt/barcelos/galo/textos/historia.htm)
terça-feira, 6 de abril de 2010
O edificio misterioso
Olá apreciadores de histórias! Esta postagem foi feita para voces!
Como os vampiros e outras crituras misticas andam a fazer furor entre as camadas mais jovens , (e não só) , o nosso grupo decidiu publicar esta história! Dê só uma olhada! Mas atenção: Esta história pode chocar a sensibilidade de alguns leitores não sendo , por isso, aconselhada a menores de 12 anos e pessoas sensiveis e/ou faceis de asustar.Não se baseia em factos reais. O grupo não se responsabiliza por qualquer distúrbio emocional pois este aviso é bastante explicito.
O edificio misterioso
Rita, Paulo, Bruno Rafael e Ana Filipa faziam parte de um grupo de amigos.
A escola onde eles andavam era dividida em cinco edificios. Concluindo, bastantes.Por essa mesma razão, o 5º bloco era utilizado somente por professores. Em vez de sala de professores, "edificio de professores".Mas este grupo de amigos começou a reparar que nunca viam ninguem sair de lá.Quando uma pessoa entrava PUFF! Desaparecia como por magia!
Uma justificação para o facto de não terem o mesmo professor mais do que um mês.Primeiro pensaram que não.Deveria ser algo da cabeça deles.Mas á medida que o tempo passava começavam a questionar-se se não seria verdade.
Até que um dia estavam ambos muito deprimidos. Os pais deles haviam falecido numa excursão , de acidente de carro que as familias de todos iam fazer.Eles tinham ficado a fazer um trabalho e não tinham ido com eles. Agora , provavelmente , iriam para uma instituição. Mas isso não era o pior.Nenhum deles tinham irmãos ou outra familia. Agora só se tinham a si mesmos e aos seus amigos. Por isso decidiram juntos, acabar com a sua curiosidade, e esquecer o seu sofrimento nem que fosse por 5 minutos. Juntos iriam entrar no Edificio nº5.
Era agora. A noite de 17 de Novembro iria marcar as suas vidas. Ou talvez seria só uma boa recordação a invadir-lhes a memoria ao lembrarem se dos primeiros tempos sem os seus queridos pais.Entraram.Uma porta rangeu fortemente e fechou-se.Nunca mais se voltaria a abrir.
Dos seus esconderijos nocturnos sairam as mais misticas crituras vistas. Com assas de anjo,olhos brancos e cabelos negros. Uma pele tão fina como setim e garras enormes.Eram criaturas terriveis, mas extremamente exocticas ao mesmo tempo.Vestiam lindas tunicas de setim . Os seus pés eram demasiado pequenos e delicados para um corpo tao mortifero. Pequenos espinhos , como os de uma roseira saiam-lhes pelos braços. Os seus dentes asemelhavam-se aos de um vampiro mas eram muito maiores e negros condizemdo com as garras e os cabelos.Os seu labios eram de um rosa claro extraordinário.Tinham uma estatura média, e um corpo delicado e forte.Pareciam uma mistura de humano e da espécie de mosntro mais mortifera que possam imaginar.
Eram os seus professores. Não, não eram. Aquelas fantásticas criaturas eram harquefleluminynus.Na velha sala, asombrada pelo passar dos anos haviam tanto homens como mulheres em grande numero.Parecia um retrato de familia retirado de um famoso filme de terror qualquer
.Houve uma terrivel explosão.Mas só um som parecido com tal.Na realidade não era uma explosão. A seguir gritos de dor horrorosos e cheios de sofrimento invadiram o silencio da noite...
Quando o dia nasceu, acabou. Havia acabado.Não havia ninguém para chorar por aqueles corpos que jaziam mortos. Mas o suficientemente vivos para viverem uma nova vida como outros seres.
Desapareceram do mapa.Nunca ninguem se questionou onde tinham ido parar os 5 jovens.Aliás eram só mais um bando de orfãos no Mundo.
Todos os anos a seguir, nesse mesmo dia, nessa mesma escola, ouviram-se gritos de horror,sangue e pessoas que se viam como montros no espelho.E desapareciam. E para este facto nunca se encontrou explicação...
Apesar de chocante, esta história faz-nos pensar. Não deixe de comentar. Se tiver alguma critica podera faze-la.Gostamos muito quando os leitores se interessam pelo nosso trabalho e nos ajudam a melhorá-lo.
Enjoy it.
Bibliografia: Baseado na história "Bloco Misterioso" retirado do blogue http://historiasdeterror.blogs.sapo.pt/
a 6/04/10
Como os vampiros e outras crituras misticas andam a fazer furor entre as camadas mais jovens , (e não só) , o nosso grupo decidiu publicar esta história! Dê só uma olhada! Mas atenção: Esta história pode chocar a sensibilidade de alguns leitores não sendo , por isso, aconselhada a menores de 12 anos e pessoas sensiveis e/ou faceis de asustar.Não se baseia em factos reais. O grupo não se responsabiliza por qualquer distúrbio emocional pois este aviso é bastante explicito.
O edificio misterioso
Rita, Paulo, Bruno Rafael e Ana Filipa faziam parte de um grupo de amigos.
A escola onde eles andavam era dividida em cinco edificios. Concluindo, bastantes.Por essa mesma razão, o 5º bloco era utilizado somente por professores. Em vez de sala de professores, "edificio de professores".Mas este grupo de amigos começou a reparar que nunca viam ninguem sair de lá.Quando uma pessoa entrava PUFF! Desaparecia como por magia!
Uma justificação para o facto de não terem o mesmo professor mais do que um mês.Primeiro pensaram que não.Deveria ser algo da cabeça deles.Mas á medida que o tempo passava começavam a questionar-se se não seria verdade.
Até que um dia estavam ambos muito deprimidos. Os pais deles haviam falecido numa excursão , de acidente de carro que as familias de todos iam fazer.Eles tinham ficado a fazer um trabalho e não tinham ido com eles. Agora , provavelmente , iriam para uma instituição. Mas isso não era o pior.Nenhum deles tinham irmãos ou outra familia. Agora só se tinham a si mesmos e aos seus amigos. Por isso decidiram juntos, acabar com a sua curiosidade, e esquecer o seu sofrimento nem que fosse por 5 minutos. Juntos iriam entrar no Edificio nº5.
Era agora. A noite de 17 de Novembro iria marcar as suas vidas. Ou talvez seria só uma boa recordação a invadir-lhes a memoria ao lembrarem se dos primeiros tempos sem os seus queridos pais.Entraram.Uma porta rangeu fortemente e fechou-se.Nunca mais se voltaria a abrir.
Dos seus esconderijos nocturnos sairam as mais misticas crituras vistas. Com assas de anjo,olhos brancos e cabelos negros. Uma pele tão fina como setim e garras enormes.Eram criaturas terriveis, mas extremamente exocticas ao mesmo tempo.Vestiam lindas tunicas de setim . Os seus pés eram demasiado pequenos e delicados para um corpo tao mortifero. Pequenos espinhos , como os de uma roseira saiam-lhes pelos braços. Os seus dentes asemelhavam-se aos de um vampiro mas eram muito maiores e negros condizemdo com as garras e os cabelos.Os seu labios eram de um rosa claro extraordinário.Tinham uma estatura média, e um corpo delicado e forte.Pareciam uma mistura de humano e da espécie de mosntro mais mortifera que possam imaginar.
Eram os seus professores. Não, não eram. Aquelas fantásticas criaturas eram harquefleluminynus.Na velha sala, asombrada pelo passar dos anos haviam tanto homens como mulheres em grande numero.Parecia um retrato de familia retirado de um famoso filme de terror qualquer
.Houve uma terrivel explosão.Mas só um som parecido com tal.Na realidade não era uma explosão. A seguir gritos de dor horrorosos e cheios de sofrimento invadiram o silencio da noite...
Quando o dia nasceu, acabou. Havia acabado.Não havia ninguém para chorar por aqueles corpos que jaziam mortos. Mas o suficientemente vivos para viverem uma nova vida como outros seres.
Desapareceram do mapa.Nunca ninguem se questionou onde tinham ido parar os 5 jovens.Aliás eram só mais um bando de orfãos no Mundo.
Todos os anos a seguir, nesse mesmo dia, nessa mesma escola, ouviram-se gritos de horror,sangue e pessoas que se viam como montros no espelho.E desapareciam. E para este facto nunca se encontrou explicação...
Apesar de chocante, esta história faz-nos pensar. Não deixe de comentar. Se tiver alguma critica podera faze-la.Gostamos muito quando os leitores se interessam pelo nosso trabalho e nos ajudam a melhorá-lo.
Enjoy it.
Bibliografia: Baseado na história "Bloco Misterioso" retirado do blogue http://historiasdeterror.blogs.sapo.pt/
a 6/04/10
sexta-feira, 19 de março de 2010
A Raposa e o tambor
Olá caros amigos! Hoje escolhemos para vós uma pequena fábula.
A Raposa e o Tambor
Conta-se que uma raposa esfomeada chegou a um bosque onde, ao lado de uma árvore, havia um tambor, que soava furiosamente cada vez que, ao sopro do vento, os ramos da árvore se moviam e batiam nele. Ao ouvir tal ruído, a raposa dele se aproximou e, já em frente ao tambor, pensou:
"Este deve conter muita carne e muita gordura."
Lançou-se sobre ele e, esforçando-se, conseguiu rompê-lo. Ao ver que era oco, disse:
"Talvez as coisas mais desprezíveis sejam aquelas de maior tamanho e de voz mais forte."
Retirado de: http://www.astrologosastrologia.com.pt/0=fabulas=laFontaine/lafontaine_fabulas=1.htm
A: 19/03/2010
Enjoy it!
A Raposa e o Tambor
Conta-se que uma raposa esfomeada chegou a um bosque onde, ao lado de uma árvore, havia um tambor, que soava furiosamente cada vez que, ao sopro do vento, os ramos da árvore se moviam e batiam nele. Ao ouvir tal ruído, a raposa dele se aproximou e, já em frente ao tambor, pensou:
"Este deve conter muita carne e muita gordura."
Lançou-se sobre ele e, esforçando-se, conseguiu rompê-lo. Ao ver que era oco, disse:
"Talvez as coisas mais desprezíveis sejam aquelas de maior tamanho e de voz mais forte."
Retirado de: http://www.astrologosastrologia.com.pt/0=fabulas=laFontaine/lafontaine_fabulas=1.htm
A: 19/03/2010
Enjoy it!
sexta-feira, 12 de março de 2010
O leão e o mosquito
Hello!!! Hoje apresentamos uma fábula em forma de poema que tem de nome: O Leão e o Mosquito.
«Vai-te, insecto mesquinho e vil na terra!»
Depois de assim ter dito
Este lhe declarou cruenta guerra:
«Pensas tu que por seres rei dos bichos,
Tua audácia tolero?
Mais força tem um boi e, quando quero,
Sujeito-o a meus caprichos!»
Diz, e toca a avançar;
Foi o Heroi e o trombeta na batalha.
Zumbe em torno ao leão, tanto o atrapalha,
Que o faz desesperar.
Ao longe põe-se um pouco;
Depois, salta-lhe em cima do enchaço
E torna-o quase louco.
A fera com rugido atroa o espaço.
De ouvir o horrendo grito,
De seus ecos
Tremem os animais dos arredores;
Tudo obra de um mosquito!
O insecto pequenino, ousado e pronto,
Ora ao dorso lhe salta,
Ora a juba lhe assalta.
A raiva no leão sobe de ponto:
Com a cauda açoita os flancos,
Na teia duma aranha
Cai, fica embaraçado e perde a vida!
A fábula vos diz que os inimigos
Nunca deveis considerar somenos;
E que pode o que escapa a grandes perigos,
Não poder escapar aos mais pequenos.
Este poema foi retirado de: http://sol.sapo.pt/blogs/osiriux/archive/2009/02/09/F_E100_bulas-de-La-Fontaine-_2800_O-Le_E300_o-e-o-Mosquito_2900_.aspx
A: 12/03/2010
O texto foi alterado um pouco por um membro do grupo pelo que, se quiserem ver o texto original, vao ao site indicado.
Enjoy it!
«Vai-te, insecto mesquinho e vil na terra!»
Depois de assim ter dito
Este lhe declarou cruenta guerra:
«Pensas tu que por seres rei dos bichos,
Tua audácia tolero?
Mais força tem um boi e, quando quero,
Sujeito-o a meus caprichos!»
Diz, e toca a avançar;
Foi o Heroi e o trombeta na batalha.
Zumbe em torno ao leão, tanto o atrapalha,
Que o faz desesperar.
Ao longe põe-se um pouco;
Depois, salta-lhe em cima do enchaço
E torna-o quase louco.
A fera com rugido atroa o espaço.
De ouvir o horrendo grito,
De seus ecos
Tremem os animais dos arredores;
Tudo obra de um mosquito!
O insecto pequenino, ousado e pronto,
Ora ao dorso lhe salta,
Ora a juba lhe assalta.
A raiva no leão sobe de ponto:
Com a cauda açoita os flancos,
Com o olhar de ameaça
E, rugindo duríssimos arrancos,
Com as garras a si se despedaça, mosquito:
Até que, de fatigado,
O insecto do combate sai com glória
A mais alta e completa,
E na mesma trombetaEm que a avançar tocou, cantou vitória.
Mas, proclamando ao mundo esta façanha
Não vista e desmedida, Na teia duma aranha
Cai, fica embaraçado e perde a vida!
A fábula vos diz que os inimigos
Nunca deveis considerar somenos;
E que pode o que escapa a grandes perigos,
Não poder escapar aos mais pequenos.
Este poema foi retirado de: http://sol.sapo.pt/blogs/osiriux/archive/2009/02/09/F_E100_bulas-de-La-Fontaine-_2800_O-Le_E300_o-e-o-Mosquito_2900_.aspx
A: 12/03/2010
O texto foi alterado um pouco por um membro do grupo pelo que, se quiserem ver o texto original, vao ao site indicado.
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O que é uma fábula?
O que é uma fábula?
Enjoy it!
A fábula é uma narrativa alegórica em forma de prosa ou verso, cujo, as personagens são geralmente animais com características humanas, sustentam um diálogo, cujo desenlace reflecte uma lição de moral, característica essencial dessa. É uma narrativa inverosímil, com fundo didáctico. Quando os personagens são seres inanimados, objectos, a fábula recebe o nome de apólogo. A temática é variada e contempla tópicos como a vitória da fraqueza sobre a força, da bondade sobre a astúcia e a derrota de presunçosos.
Enjoy it!
sexta-feira, 5 de março de 2010
Oi people!!!
Agora vamos apresentar uma lenda.
A Lenda das Amendoeiras
Noutros tempos, a nossa província do Algarve esteve na posse dos Mouros.
Ora aconteceu que ali havia um rei a quem os seus vassalos tinham por costume levar escravas de várias regiões.
Um dia, levaram-lhe uma linda rapariga do Norte da Europa a quem deram o nome de Gilda.
O rei casou com ela, tornando-a, assim, rainha.
Gilda andava sempre triste. Nem o casamento, nem as festas, nem os mais ricos presentes do marido a faziam sorrir.
Um dia, Gilda confessou que a sua tristeza era devida a não ver os campos cobertos de neve.
Então, o rei lembrou-se de mandar fazer grandes plantações de amendoeiras em todo o Algarve. E, quando as amendoeiras floriram, levou a rainha à torre mais alta do castelo. Chegada ali, e vendo as terras cobertas de um manto branco, Gilda pensou que era neve, e a sua tristeza desapareceu.
As amendoeiras começam a florir em pleno Inverno e conservam a flor, normalmente, até fins de Fevereiro.
Retirado de: http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/lendas_1.htm
Em: 05/03/2010
Enjoy it!
Agora vamos apresentar uma lenda.
A Lenda das Amendoeiras
Noutros tempos, a nossa província do Algarve esteve na posse dos Mouros.
Ora aconteceu que ali havia um rei a quem os seus vassalos tinham por costume levar escravas de várias regiões.
Um dia, levaram-lhe uma linda rapariga do Norte da Europa a quem deram o nome de Gilda.
O rei casou com ela, tornando-a, assim, rainha.
Gilda andava sempre triste. Nem o casamento, nem as festas, nem os mais ricos presentes do marido a faziam sorrir.
Um dia, Gilda confessou que a sua tristeza era devida a não ver os campos cobertos de neve.
Então, o rei lembrou-se de mandar fazer grandes plantações de amendoeiras em todo o Algarve. E, quando as amendoeiras floriram, levou a rainha à torre mais alta do castelo. Chegada ali, e vendo as terras cobertas de um manto branco, Gilda pensou que era neve, e a sua tristeza desapareceu.
As amendoeiras começam a florir em pleno Inverno e conservam a flor, normalmente, até fins de Fevereiro.
Retirado de: http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/lendas_1.htm
Em: 05/03/2010
Enjoy it!
O RIO DO ESQUECIMENTO
Olá pessoal! :)
O RIO DO ESQUECIMENTO
As almas dos mortos reuniam-se à beira do rio, aguardando a sua vez de beber um golo de água, e só depois entravam na barca que os conduzia à outra margem.No ano de 136 a.C. um exército romano comandado por Bruto fez muitas conquistas no território que veio a ser Portugal. Os soldados atravessaram o Tejo perto da ilha de Almourol, depois atravessaram o Zêzere, o Mondego, o Vouga, o Douro, sem problema nenhum.
Mas por qualquer motivo que se desconhece, quando se aproximaram da margem do rio Lima ficaram aterrorizados e recusaram-se terminantemente a sulcar aquelas águas porque se convenceram de que aquele era o tal rio Letes, o rio do esquecimento que conduzia ao mundo dos mortos! (A história da confusão entre o rio Letes e o rio Lima foi contada por um historiador romano chamado Apiano.) Bruto não conseguiu convencê-los do contrário e então, para dar o exemplo, atravessou ele para o lado de lá, levando consigo apenas o estandarte com as águias, que eram o símbolo do Império Romano. Chegando à outra margem, pôde acenar e gritar que estava vivo e não se tinha esquecido de nada... Só então os soldados resolveram segui-lo...
Retirado de: http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/lendas_1.htm
Consultado a: 05/03/2010
Enjoy it!
Hoje vamos apresentar-vos uma lenda do tempo dos Romanos.
Os Romanos acreditavam que entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos havia uma fronteira. Essa fronteira era o rio Letes, também chamado rio do Esquecimento porque as suas águas tinham como efeito apagar a memória, fazer esquecer tudo o que acontecera em vida.
As almas dos mortos reuniam-se à beira do rio, aguardando a sua vez de beber um golo de água, e só depois entravam na barca que os conduzia à outra margem.Mas por qualquer motivo que se desconhece, quando se aproximaram da margem do rio Lima ficaram aterrorizados e recusaram-se terminantemente a sulcar aquelas águas porque se convenceram de que aquele era o tal rio Letes, o rio do esquecimento que conduzia ao mundo dos mortos! (A história da confusão entre o rio Letes e o rio Lima foi contada por um historiador romano chamado Apiano.) Bruto não conseguiu convencê-los do contrário e então, para dar o exemplo, atravessou ele para o lado de lá, levando consigo apenas o estandarte com as águias, que eram o símbolo do Império Romano. Chegando à outra margem, pôde acenar e gritar que estava vivo e não se tinha esquecido de nada... Só então os soldados resolveram segui-lo...
Retirado de: http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/lendas_1.htm
Consultado a: 05/03/2010
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
A TRAIÇÃO DE GALBA
Oi pessoas! Aqui vai começar o capítulo dos romanos. Começamos por apresentar o mito A Traição de Galba! Enjoy it!
Galba pensava que a notícia desta vitória seria muito bem recebida em Roma e talvez até estivesse à espera de alguma recompensa. Também pensava que a violência do seu ataque tinha destruído para sempre a resistência dos Lusitanos. Afinal enganou-se redondamente.
As autoridades romanas davam muito valor às vitórias militares mas exigiam lealdade na guerra e respeito pelos inimigos. Quando souberam que Galba mentira aos Lusitanos para os vencer à traição e que atacara homens desarmados, homens que tinham confiado na palavra de um chefe romano, ficaram indignados. Em vez de recompensas, Galba foi chamado a Roma e julgado em tribunal. Nunca mais voltou à Península Ibérica.
A TRAIÇÃO DE GALBA
Depois de muitas lutas, os chefes lusitanos decidiram propor a paz. Se os Romanos lhes dessem boas terras férteis na planície, não lutariam mais.
Um chefe romano chamado Galba fingiu aceitar a proposta e ofereceu-lhes um local esplêndido na condição de entregarem as armas. Mas quando os viu espalhados por uma zona sem esconderijos e já sem hipóteses de se defenderem, esqueceu a palavra dada, cercou-os, matou nove mil homens e, não contente com isso, aprisionou mais de vinte mil e enviou-os como escravos para a Gália (actual França). Galba pensava que a notícia desta vitória seria muito bem recebida em Roma e talvez até estivesse à espera de alguma recompensa. Também pensava que a violência do seu ataque tinha destruído para sempre a resistência dos Lusitanos. Afinal enganou-se redondamente.
As autoridades romanas davam muito valor às vitórias militares mas exigiam lealdade na guerra e respeito pelos inimigos. Quando souberam que Galba mentira aos Lusitanos para os vencer à traição e que atacara homens desarmados, homens que tinham confiado na palavra de um chefe romano, ficaram indignados. Em vez de recompensas, Galba foi chamado a Roma e julgado em tribunal. Nunca mais voltou à Península Ibérica.
A mitologia romana
A Mitologia Romana
Como quase todos os povos da Antiguidade, os Romanos, antes da cristianização, eram politeístas.
Tal como na Grécia, a vida familiar, social e cultural dos Romanos estava ligada à religião. Os lares (deuses da família), os Penates (deuses das refeições) e os Manes (almas dos antepassados) eram os deuses domésticos. Após a conquista da Grécia, os romanos assimilaram os deuses gregos alterando-lhes os nomes.
O culto aos deuses, e também ao imperador, fazia-se através de orações e sacrifícios que tinham lugar nos templos e nas aras (altares).
Os templos passaram a ser muito frequentados, além de orações e sacrifícios realizavam-se inúmeras festas com banquetes e procissões. Tal como na Grécia também havia jogos públicos que, em Roma, eram dedicados a Júpiter. A ostentação e o prazer estavam sempre presentes nestas festas.
As pessoas adoravam os seus deuses em dias santos e festivais, que eram em grande número.
Os sacerdotes (áugures e pontífices) e as sacerdotisas (vestais) eram os organizadores do culto dos deuses: os áugures interpretavam a vontade dos deuses; Os pontífices fixavam os ritos e o calendário dos "dias nefastos"; as Vestais mantinham acesa a chama sagrada no templo de Vesta.
Baco - Deus do vinho
Possui quase todas as características de Dionísio ,o seu deus grego correspondente.
Como quase todos os povos da Antiguidade, os Romanos, antes da cristianização, eram politeístas.
Tal como na Grécia, a vida familiar, social e cultural dos Romanos estava ligada à religião. Os lares (deuses da família), os Penates (deuses das refeições) e os Manes (almas dos antepassados) eram os deuses domésticos. Após a conquista da Grécia, os romanos assimilaram os deuses gregos alterando-lhes os nomes.
No período do Império, a religião tradicional passou a integrar ritos políticos e cívicos dos quais fazia parte o culto do Imperador.
A família tradicional romana, unida à volta do seu chefe e do culto doméstico, passou gradualmente a ficar desagregada. Casamentos e divórcios, principalmente nas classes mais ricas, sucediam-se como meras formalidades.O culto aos deuses, e também ao imperador, fazia-se através de orações e sacrifícios que tinham lugar nos templos e nas aras (altares).
Os templos passaram a ser muito frequentados, além de orações e sacrifícios realizavam-se inúmeras festas com banquetes e procissões. Tal como na Grécia também havia jogos públicos que, em Roma, eram dedicados a Júpiter. A ostentação e o prazer estavam sempre presentes nestas festas.
As pessoas adoravam os seus deuses em dias santos e festivais, que eram em grande número.
Os sacerdotes (áugures e pontífices) e as sacerdotisas (vestais) eram os organizadores do culto dos deuses: os áugures interpretavam a vontade dos deuses; Os pontífices fixavam os ritos e o calendário dos "dias nefastos"; as Vestais mantinham acesa a chama sagrada no templo de Vesta.
Júpiter-Rei dos Deuse
- É esposo e irmão de Juno
Rei dos Deuses
É equivalente ao Deus grego, Zeus.
Esposa e irmã de Júpiter.
Corresponde á deusa grega, Hera.
Baco - Deus do vinho
Possui quase todas as características de Dionísio ,o seu deus grego correspondente.
Possui quase todas as características do seu deus grego correspondente, Apolo.
Neptuno- Deus do mar
Corresponde ao deus grego Posídon.
Démeter-Deusa dos cereais
Corresponde á deusa grega Ceres.
Prosepina - Deusa dos infernos
Coresponde á deusa grega Persefone
.
Hermes-O mensageiro dos Deuses
Corresponde ao deus grego Mércúrio.
As moiras
Correspodem as deusa gregas Parcas . Decidem o destino de cada homem.
Tam Lin parte 2
Olá a todos aqui vai a segunda parte da lenda de Tam Lin!!!
Divirtam-se!
A Lenda de Tam Lin parte 2
Ao ouvir esta história, o coração de Seonaid aterrorizou-se de tristeza a perguntou-lhe:
- Há alguma coisa que eu possa fazer para o libertar desse encantamento?
- Sim há! - Respondeu ele com entusiasmo.
- Hoje é a noite de Samhain - explicou ele - As fadas irão percorrer os campos e eu, como seu herói e campeão, deverei ir com elas. Quando for meia-noite espera junto da encruzilhada e verás três grupo de Elfos. Eu estarei no terceiro, usando um círculo dourado e montando um cavalo branco. Nessa altura deverás correr para mim e obrigar-me a desmontar. Não importa que feitiços elas lancem contra nós, não deves nunca largar-me.
Seonaid prometeu-lhe que assim faria. Despedindo-se dele encaminhou-se para casa, para descansar e preparar-se para aquela noite de aventura.
À meia-noite Seonaid estava no local indicado por Tam Lin, escondida num acidente de terreno, quando ouviu o típico som de cavalos á aproximarem-se.
Mantendo-se longe de qualquer olhar atento, viu passar o primeiro grupo que era liderado pela Rainha da Fadas, que montava um corcel negro, tão negro como um caldeirão usado.
Quando o segundo grupo passou, Seonaid preparou-se para entrar em acção.
Espreitando um pouco, pode ver Tam Lin encabeçando o terceiro grupo.
Sem hesitar, correu para e derrubou da montaria e abraçou-o com força.
Poderosa com era, a Rainha das Fadas sentiu logo o que se passava.
- Tam Lin fugiu! - Gritava ela enquanto cavalgava de volta.
O cavalo negro parecia um demónio e os lindos, mas inumanos olhos da Rainha chispavam de desespero quando lançou um feitiço que transformou Tam Lin num lagarto. Mas Seonaid não desistiu e segurou Tam Lin contra o peito.Vendo que não tinha resultado, a Rainha transformou Tam Lin numa enorme cobra, mas mesmo assim Seonaid não o largou. Como último recurso a Rainha transformou Tam Lin numa enorme pedra quente. Seonaid gritou de dor, mas mesmo assim continuou a segurá-lo contra o peito. Vendo que tinha sido derrotada, a Rainha concedeu e devolveu a Tam Lin a sua forma humana dizendo:
- Adeus Tam Lin, o melhor de todos os meus cavaleiros, afastas-te de mim pelo amor de uma mortal. Tivesse eu sabido isso antes e ter-te-ia tirado o coração há muito tempo atrás.
Com isto a Rainha incitou o cavalo e desapareceu na escuridão juntamente com todas as fadas e cavaleiros que a acompanhavam.
Tam Lin beijou então as mãos queimadas de Seonaid e juntos encaminharam-se para o castelo do pai dela. Tam Lin foi recebido de volta ao mundo dos humanos. Ele e Seonaid casaram e desse casamento nasceram muitos filhos que fizeram perdurar esta lenda.
Este conto foi retirado de: http://pagan.home.sapo.pt/pages/tamlin.htm consultado a 10/12/09.
Até à próxima! Enjoy it!
Divirtam-se!
A Lenda de Tam Lin parte 2
Ao ouvir esta história, o coração de Seonaid aterrorizou-se de tristeza a perguntou-lhe:
- Há alguma coisa que eu possa fazer para o libertar desse encantamento?
- Sim há! - Respondeu ele com entusiasmo.
- Hoje é a noite de Samhain - explicou ele - As fadas irão percorrer os campos e eu, como seu herói e campeão, deverei ir com elas. Quando for meia-noite espera junto da encruzilhada e verás três grupo de Elfos. Eu estarei no terceiro, usando um círculo dourado e montando um cavalo branco. Nessa altura deverás correr para mim e obrigar-me a desmontar. Não importa que feitiços elas lancem contra nós, não deves nunca largar-me.
Seonaid prometeu-lhe que assim faria. Despedindo-se dele encaminhou-se para casa, para descansar e preparar-se para aquela noite de aventura.
À meia-noite Seonaid estava no local indicado por Tam Lin, escondida num acidente de terreno, quando ouviu o típico som de cavalos á aproximarem-se.
Mantendo-se longe de qualquer olhar atento, viu passar o primeiro grupo que era liderado pela Rainha da Fadas, que montava um corcel negro, tão negro como um caldeirão usado.
Quando o segundo grupo passou, Seonaid preparou-se para entrar em acção.
Espreitando um pouco, pode ver Tam Lin encabeçando o terceiro grupo.
Sem hesitar, correu para e derrubou da montaria e abraçou-o com força.
Poderosa com era, a Rainha das Fadas sentiu logo o que se passava.
- Tam Lin fugiu! - Gritava ela enquanto cavalgava de volta.
O cavalo negro parecia um demónio e os lindos, mas inumanos olhos da Rainha chispavam de desespero quando lançou um feitiço que transformou Tam Lin num lagarto. Mas Seonaid não desistiu e segurou Tam Lin contra o peito.Vendo que não tinha resultado, a Rainha transformou Tam Lin numa enorme cobra, mas mesmo assim Seonaid não o largou. Como último recurso a Rainha transformou Tam Lin numa enorme pedra quente. Seonaid gritou de dor, mas mesmo assim continuou a segurá-lo contra o peito. Vendo que tinha sido derrotada, a Rainha concedeu e devolveu a Tam Lin a sua forma humana dizendo:
- Adeus Tam Lin, o melhor de todos os meus cavaleiros, afastas-te de mim pelo amor de uma mortal. Tivesse eu sabido isso antes e ter-te-ia tirado o coração há muito tempo atrás.
Com isto a Rainha incitou o cavalo e desapareceu na escuridão juntamente com todas as fadas e cavaleiros que a acompanhavam.
Tam Lin beijou então as mãos queimadas de Seonaid e juntos encaminharam-se para o castelo do pai dela. Tam Lin foi recebido de volta ao mundo dos humanos. Ele e Seonaid casaram e desse casamento nasceram muitos filhos que fizeram perdurar esta lenda.
Este conto foi retirado de: http://pagan.home.sapo.pt/pages/tamlin.htm consultado a 10/12/09.
Até à próxima! Enjoy it!
Recolha o seu bilhete
Olá a todos!!! Como foi o vosso Carnaval?
Hoje vamos apresentar-vos uma história de terror!! Uuuuuhhhhhhhh!
Espero que gostem da história!! Em breve haverá outra! Esta foi tirada da revista Super Pop! Atenção às pessoas sensíveis!Para a próxima aula continuará a lenda de Tam Lin!
"Recolha o seu bilhete"
Sempre a correr, a Eva e a Vanessa chegaram mesmo em cima da hora à estação e ainda tinham de comprar o bilhete. Destino: a praia. Foram até às máquinas automáticas, mas não conseguiram encontrar o seu destino.
- Não pode ser, tenta outra vez!
Depois de percorrerem mais três vezes as listas com todos os destinos, acabaram por encontrá-lo!
- Carrega, depressa!
Estavam prestes a perder o comboio e os nervos estavam a aumentar. A máquina fazia coisas muito estranhas, Não obedecia!
- Não me deixa marcar dois bilhetes!
- Bem, então compramos um de cada vez, despacha-te!
Por fim, a Eva conseguiu comprar o seu bilhete... Agora só faltava o da Vanessa. Pela segunda vez, a rapariga procurava o seu destino.
- Mas isto diz D.E.P. em todo o lado! O que é D.E.P.? Onde está o nosso destino?
Mesmo no último momento, a Vanessa encontrou-o e comprou o bilhete. Só faltava recolhê-lo e saíam a correr para o comboio. Mas... não podia ser! O que seria aquilo?! Uma brincadeira de mau gosto? A Vanessa recolhia o seu bilhete horrorizada pois estava manchado de sangue e dizia:" Menina Vanessa Garcia, Descanse Em Paz. Nunca mais voltaremos a vê-la. " Pouco depois, a Vanessa morreu de uma causa desconhecida....
Até à próxima! Enjoy it!
Hoje vamos apresentar-vos uma história de terror!! Uuuuuhhhhhhhh!
Espero que gostem da história!! Em breve haverá outra! Esta foi tirada da revista Super Pop! Atenção às pessoas sensíveis!Para a próxima aula continuará a lenda de Tam Lin!
"Recolha o seu bilhete"
Sempre a correr, a Eva e a Vanessa chegaram mesmo em cima da hora à estação e ainda tinham de comprar o bilhete. Destino: a praia. Foram até às máquinas automáticas, mas não conseguiram encontrar o seu destino.
- Não pode ser, tenta outra vez!
Depois de percorrerem mais três vezes as listas com todos os destinos, acabaram por encontrá-lo!
- Carrega, depressa!
Estavam prestes a perder o comboio e os nervos estavam a aumentar. A máquina fazia coisas muito estranhas, Não obedecia!
- Não me deixa marcar dois bilhetes!
- Bem, então compramos um de cada vez, despacha-te!
Por fim, a Eva conseguiu comprar o seu bilhete... Agora só faltava o da Vanessa. Pela segunda vez, a rapariga procurava o seu destino.
- Mas isto diz D.E.P. em todo o lado! O que é D.E.P.? Onde está o nosso destino?
Mesmo no último momento, a Vanessa encontrou-o e comprou o bilhete. Só faltava recolhê-lo e saíam a correr para o comboio. Mas... não podia ser! O que seria aquilo?! Uma brincadeira de mau gosto? A Vanessa recolhia o seu bilhete horrorizada pois estava manchado de sangue e dizia:" Menina Vanessa Garcia, Descanse Em Paz. Nunca mais voltaremos a vê-la. " Pouco depois, a Vanessa morreu de uma causa desconhecida....
Até à próxima! Enjoy it!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Tam Lin parte 1
Oi visitantes e curiosos!!! Hoje vamos dar-vos a conhecer a lenda de Tam Lin!
Lenda de Tam Lin parte 1
Há muito tempo, perto da Escócia,em Carterhaugh, vivia uma jovem chamada Seonaid, filha de um Duque. Era uma menina bonita com longos cabelos louros e de olhos tão azuis como o Mar . Um dia Seonaid foi passear pelos bosques á procura de algo que a afastasse do aborrecimento que sentia enquanto estava em casa. Na floresta, encantou-se com o ambiente, com os sons, com os aromas mas, principalmente, com as belas flores que ela encontrou nas mais variadas formas, cores e com os mais delicados perfumes. Decidiu levar uma para casa. Escolheu uma linda rosa branca. De repente, ouviu uma voz:
- Como te atreves a passear na minha floresta e colher flores sem a minha permissão?
A voz pertencia a um jovem de cabelo negro, de olhos de um azul profundo e um pouco mais velho do que ela.
- Sou eu quem guarda estas florestas - Continuou ele - E quem garante a paz.
Apesar de ter sido apanhada desprevenida, Seonaid conseguiu sorrir docemente:
- Garanto-lhe que não era minha intenção perturbar a paz deste lindo bosque, nem causar qualquer tipo de danos.
O rapaz respondeu ao sorriso de Seonaid com um outro enquanto colhia uma rosa vermelha que tinha acabado de nascer no local de onde ela tinha colhido a branca.
- Só para poder admirar a sua beleza, eu daria alegremente todas as rosas de Carterhaugh.
As palavras do rapaz, apesar de agradáveis não deixaram de surpreender novamente Seonaid. Recompondo-se perguntou-lhe:
- Como se chama?
- O meu nome é Tam Lin.
Ao ouvir este nome, Seonaid deixou cair a rosa vermelha que ele lhe tinha oferecido, ela conhecia este nome das muitas histórias ouvidas sobre o herói de Annwn da Terra das Fadas. Receando pela sua segurança, Seonaid garantiu novamente que não pretendia causar qualquer mal à floresta. Tam Lin tranquilizou-a falando-lhe sobre ele mesmo:
- Nasci mortal, tal como você. O meu avô era o Duque de Roxburgh. Um dia, levou-me com ele à caça onde fui alvo de um poderoso encantamento e adormeci. Quando acordei estava em Annwn, a Terra das Fadas, onde, desde então sou prisioneiro da Rainha.
Este conto foi retirado de: http://pagan.home.sapo.pt/pages/tamlin.htm consultado a 10/12/09.
Até à próxima! Enjoy it!
Lenda de Tam Lin parte 1
Há muito tempo, perto da Escócia,em Carterhaugh, vivia uma jovem chamada Seonaid, filha de um Duque. Era uma menina bonita com longos cabelos louros e de olhos tão azuis como o Mar . Um dia Seonaid foi passear pelos bosques á procura de algo que a afastasse do aborrecimento que sentia enquanto estava em casa. Na floresta, encantou-se com o ambiente, com os sons, com os aromas mas, principalmente, com as belas flores que ela encontrou nas mais variadas formas, cores e com os mais delicados perfumes. Decidiu levar uma para casa. Escolheu uma linda rosa branca. De repente, ouviu uma voz:
- Como te atreves a passear na minha floresta e colher flores sem a minha permissão?
A voz pertencia a um jovem de cabelo negro, de olhos de um azul profundo e um pouco mais velho do que ela.
- Sou eu quem guarda estas florestas - Continuou ele - E quem garante a paz.
Apesar de ter sido apanhada desprevenida, Seonaid conseguiu sorrir docemente:
- Garanto-lhe que não era minha intenção perturbar a paz deste lindo bosque, nem causar qualquer tipo de danos.
O rapaz respondeu ao sorriso de Seonaid com um outro enquanto colhia uma rosa vermelha que tinha acabado de nascer no local de onde ela tinha colhido a branca.
- Só para poder admirar a sua beleza, eu daria alegremente todas as rosas de Carterhaugh.
As palavras do rapaz, apesar de agradáveis não deixaram de surpreender novamente Seonaid. Recompondo-se perguntou-lhe:
- Como se chama?
- O meu nome é Tam Lin.
Ao ouvir este nome, Seonaid deixou cair a rosa vermelha que ele lhe tinha oferecido, ela conhecia este nome das muitas histórias ouvidas sobre o herói de Annwn da Terra das Fadas. Receando pela sua segurança, Seonaid garantiu novamente que não pretendia causar qualquer mal à floresta. Tam Lin tranquilizou-a falando-lhe sobre ele mesmo:
- Nasci mortal, tal como você. O meu avô era o Duque de Roxburgh. Um dia, levou-me com ele à caça onde fui alvo de um poderoso encantamento e adormeci. Quando acordei estava em Annwn, a Terra das Fadas, onde, desde então sou prisioneiro da Rainha.
Este conto foi retirado de: http://pagan.home.sapo.pt/pages/tamlin.htm consultado a 10/12/09.
Até à próxima! Enjoy it!
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
A LENDA DO MAPINGUARI
Lição nº36/37 05/01/2010
A LENDA DE MAPINGUARI
Segundo esta lenda ,o Mapinguari (ou Mapinguary em inglês) uma criatura e/ou monstro coberta de longos pêlos vermelhos.As suas mãos possuem grandes garras. A misteriosa criatura evita a água. Tem a pele como a de um crocodilo.
de pé e alcança facilmente dois metros de altura.
Os cientistas desconhecem esta criatura.Á uma hipotese,que explicaria a existência do Mapinguari, sugerida pelo paleontólogo argentino,Florentino Ameghino.A sobrevivência de perguiças gigantes no interior da Amazónia.
Entre muitos outros cientistas,
David Oren chegou a realizar
expedições em busca de provas da existência real da criatura. Não obteve nenhum resultado conclusivo. Pêlos recolhidos mostraram ser de uma cutia, amostras de fezes de um tamanduá e moldes de pegadas não serviriam muito, já que como declarou, “podem ser facilmente forjadas”.
Existirá mesmo esta criatura fantástica?
Comente!É importante para nós,saber a sua opinião!
Enjoy it!
Hoje, temos para si outra lenda!
Faz parte da mesma categoria que a anterior.
Para a semana não haverá aula, devido ao Carnaval.
A propósito,Feliz Carnaval a todos!A LENDA DE MAPINGUARI
Segundo esta lenda ,o Mapinguari (ou Mapinguary em inglês) uma criatura e/ou monstro coberta de longos pêlos vermelhos.As suas mãos possuem grandes garras. A misteriosa criatura evita a água. Tem a pele como a de um crocodilo.
de pé e alcança facilmente dois metros de altura.
Os cientistas desconhecem esta criatura.Á uma hipotese,que explicaria a existência do Mapinguari, sugerida pelo paleontólogo argentino,Florentino Ameghino.A sobrevivência de perguiças gigantes no interior da Amazónia.
Entre muitos outros cientistas,
David Oren chegou a realizar
expedições em busca de provas da existência real da criatura. Não obteve nenhum resultado conclusivo. Pêlos recolhidos mostraram ser de uma cutia, amostras de fezes de um tamanduá e moldes de pegadas não serviriam muito, já que como declarou, “podem ser facilmente forjadas”.
Existirá mesmo esta criatura fantástica?
Comente!É importante para nós,saber a sua opinião!
Enjoy it!
A LENDA DE TIR NA NOG
Lição 33/34 29/01/2010
Bom dia a todos!
Hoje iremos publicar a lenda de TIR Na Nog.
Uma lenda relacionada com uma mitologia antiga.Faz parte da categoria Lendas,outras lendas.
A LENDA DE TIR NA NOG
Esta lenda fala-nos de uma terra, chamada Tir Na Nog. A terra era belíssima e encantadora. Esse povo tinha uma grande beleza.Chamavam-se Tuatha De Danann. Este povo pertencia à última geração de deuses que reinavam na Irlanda e possuíam grandes poderes mágicos.
O solo da Irlanda foi-lhes "oferecido", depois da derrota numa grande batalha , para aí habitarem. Alguns membros deste povo aceitaram o convite.
Mas, outros terão viajado para Tir Na nOg onde se terão estabelecido.
Esta lenda está ligada à história de Oisin, um dos mais fantásticos poetas da antiga Irlanda. Oisin tornou-se membro de um grupo de heróis, de nome de Fianna. Estes possuíam grande força, coragem e destreza, tanto para a caça como para as artes guerreiras. Viviam sob um código moral de valores elevadíssimos.
Certo dia, estavam os Fianna à caça, quando foram abordados por uma beleza incrível que montava um belo cavalo branco. A bela mulher apresentou-se como Niamh do Cabelo Dourado, filha de Manannan, rei de Tir Na nOg e que pretendia casar-se com Oisin.
Oisin, aproximou-se dela e perguntou-lhe que tipo de terra era Tir Na nOg. Descreveu-a como um sítio encantador, onde ninguém adoecia ou envelhecia, terra, na qual, todos os desejos se concretizavam.
Sem hesitar, Oisin despediu-se do pai ,dos amigos e saltou para o dorso do cavalo dela. Prometeu voltar um dia.
Com tristeza, os Fianna viram o cavalo branco galopando , levando consigo o seu herói. O grupo sossegou-se, lembrando do que Oisin tinha prometido.
Oisin, sabia que em Tir Na nOg ninguém envelhecia ou adoecia.Habitou lá durante 300 anos.
Nunca se apercebeu que o tempo passava.
Ambos tinham uma vida magnífica,cheia de alegria e amor. No entanto,aquela vida fantástica não
poderia apagar
dele as memórias do seu passado e este começou a sentir saudades dos amigos e familiares que tanto o amavam.
Niamh apercebeu-se. Ele não estava bem. Então deu-lhe um cavalo mágico para este ir "matar" as saudades que sentia. Mas avisou-o de um grande perigo que não poderia correr: pisar o solo que o tinha visto nascer. Se ele o fizesse nunca mais poderia voltar à terra encantada. Então Oisin partiu deixando a esposa em Tir Na nOg.
Chegou à Irlanda . Constatou que tinham passado 300 anos e que todos haviam falecido. Não encontrando o que procurava, Oisin decidiu voltar para Tir Na nOg e para os braços da sua amada Niamh.
No regresso, encontrou-se com alguns homens a tentar mover uma pesada e grande rocha e inclinou-se no cavalo para os ajudar. Mas o pior aconteceu, escorregando da sela do cavalo caindo em terra mortal, transformando-se num homem velho e cego.
Durante muitos anos, Oisin percorreu as terras da Irlanda até que um dia encontrou alguém que o "levou" para casa e o tentou converter ao Cristianismo. Oisin falou-lhe sobre os Fianna, sobre os guerreiros da antiga Irlanda e sobre Tir Na nOg.
Oisin morreu logo depois, sem nunca ter voltado a ver Tir Na nOg, nem a sua Niamh.
Assim termina a história de Tir Na nOg, ensinando-nos que a eterna juventude é coisa para fadas e não para mortais, mas isso nunca nos impedirá de sonhar.
Para a próxima aula publicaremos outra lenda, mito ou história. Enjoy it!
Bom dia a todos!
Hoje iremos publicar a lenda de TIR Na Nog.
Uma lenda relacionada com uma mitologia antiga.Faz parte da categoria Lendas,outras lendas.
A LENDA DE TIR NA NOG
Esta lenda fala-nos de uma terra, chamada Tir Na Nog. A terra era belíssima e encantadora. Esse povo tinha uma grande beleza.Chamavam-se Tuatha De Danann. Este povo pertencia à última geração de deuses que reinavam na Irlanda e possuíam grandes poderes mágicos.
O solo da Irlanda foi-lhes "oferecido", depois da derrota numa grande batalha , para aí habitarem. Alguns membros deste povo aceitaram o convite.
Mas, outros terão viajado para Tir Na nOg onde se terão estabelecido.
Esta lenda está ligada à história de Oisin, um dos mais fantásticos poetas da antiga Irlanda. Oisin tornou-se membro de um grupo de heróis, de nome de Fianna. Estes possuíam grande força, coragem e destreza, tanto para a caça como para as artes guerreiras. Viviam sob um código moral de valores elevadíssimos.
Certo dia, estavam os Fianna à caça, quando foram abordados por uma beleza incrível que montava um belo cavalo branco. A bela mulher apresentou-se como Niamh do Cabelo Dourado, filha de Manannan, rei de Tir Na nOg e que pretendia casar-se com Oisin.
Oisin, aproximou-se dela e perguntou-lhe que tipo de terra era Tir Na nOg. Descreveu-a como um sítio encantador, onde ninguém adoecia ou envelhecia, terra, na qual, todos os desejos se concretizavam.
Sem hesitar, Oisin despediu-se do pai ,dos amigos e saltou para o dorso do cavalo dela. Prometeu voltar um dia.
Com tristeza, os Fianna viram o cavalo branco galopando , levando consigo o seu herói. O grupo sossegou-se, lembrando do que Oisin tinha prometido.
Oisin, sabia que em Tir Na nOg ninguém envelhecia ou adoecia.Habitou lá durante 300 anos.
Nunca se apercebeu que o tempo passava.
Ambos tinham uma vida magnífica,cheia de alegria e amor. No entanto,aquela vida fantástica não
poderia apagar
dele as memórias do seu passado e este começou a sentir saudades dos amigos e familiares que tanto o amavam.
Niamh apercebeu-se. Ele não estava bem. Então deu-lhe um cavalo mágico para este ir "matar" as saudades que sentia. Mas avisou-o de um grande perigo que não poderia correr: pisar o solo que o tinha visto nascer. Se ele o fizesse nunca mais poderia voltar à terra encantada. Então Oisin partiu deixando a esposa em Tir Na nOg.
Chegou à Irlanda . Constatou que tinham passado 300 anos e que todos haviam falecido. Não encontrando o que procurava, Oisin decidiu voltar para Tir Na nOg e para os braços da sua amada Niamh.
No regresso, encontrou-se com alguns homens a tentar mover uma pesada e grande rocha e inclinou-se no cavalo para os ajudar. Mas o pior aconteceu, escorregando da sela do cavalo caindo em terra mortal, transformando-se num homem velho e cego.
Durante muitos anos, Oisin percorreu as terras da Irlanda até que um dia encontrou alguém que o "levou" para casa e o tentou converter ao Cristianismo. Oisin falou-lhe sobre os Fianna, sobre os guerreiros da antiga Irlanda e sobre Tir Na nOg.
Oisin morreu logo depois, sem nunca ter voltado a ver Tir Na nOg, nem a sua Niamh.
Assim termina a história de Tir Na nOg, ensinando-nos que a eterna juventude é coisa para fadas e não para mortais, mas isso nunca nos impedirá de sonhar.
Para a próxima aula publicaremos outra lenda, mito ou história. Enjoy it!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
A lenda do mistério da Boca do Inferno
Lição nº31/32 22/01/10
Bom dia a todos!Houve uma pequena alteração de planos,motivo pelo qual iremos publicar agora uma lenda : A lenda do mistério da Boca do inferno.
A lenda do Mistério da Boca do Inferno
Passou-se há muito tempo em Cascais.Dizia-se que existia por aqueles lados um grande castelo, e aí, habitava um homem feroz , de aspecto miserável. Dizia-se,também, que este era feiticeiro.
Um dia, esse homem quis casar-se. Para escolher a esposa, vizualizou a sua lâmina de cristal de rocha para descobrir o local onde ela habitava.Ela era a mais bela daquelas terras. O homem mandou os seus cavaleiros irem buscá-la. Quando viu a mulher, este ficou impresionado com a sua beleza.
O homem prendeu a sua mulher numa torre muito solitária,alta e inacessível porque tinha medo de a perder. Para guardião dessa torre escolheu o mais fiél dos seus cavaleiros.
O tempo passava, e o guardião cronometrava os dias pelas marés.Sentia-se sozinho. O horizonte deste e da pobre mulher era o mar. A música que a eles chegava era as dos seus pensamentos, do som das marés que batiam nas rochas.
Até que ,num certo dia, o cavaleiro ficou curioso. Pensou que ninguém podia merecer uma vida tão triste. Abriu a porta da torre para ver, quem ali se encontrava.Agora, ali,á porta com a chave na mão a curiosidade era enorme. Arriscou. Então, abriu a porta.Esta rangeu, de tanta ferrugem que tinha. Subiu as escadas, em forma de caracol, não pensando no que iria encontrar.
Deparou-se ,assim, com a bela mulher. Quando estes se encontraram mantiveram uma longa conversa. O cavaleiro passou a visitá-la todos os dias. Apaixonaram--se. Acabariam por partir,juntos.Esquecendo tudo e todos aqueles que os preendiam aquele lugar, partiram num esbelto cavalo branco, sorrateiramente para que o feiticeiro não se apercebesse de nada. Mas o feiticeiro estava sempre a vigiar a sua esposa. Assim que os viu partir ficou louco de ciúmes e de raiva,e transformou aquela noite numa tempestade torrencial.
Começou a abrir os rochedos sob as patas do cavalo, como se da entrada para o inferno se trata-se .Dempenharam-se e foram engolidos pelo mar. Desapareceram no remoinho de água. Depois, o mar voltou a ficar calmo como se nada tivesse acontecido. O buraco que o feiticeiro formou nos rochedos não fechou.Por este motivo e porque o povo da região nunca se esqueceu desta lenda, se chama àquele lugar, Mistério da Boca do Inferno.
Bibliografia: http://mitoselendas.blogs.sapo.pt/(consultado a 14/12/2009)
Esperemos que tenha gostado!Se tiver sugestões para tornar o nosso blogue melhor,dizer uma crítica construtiva,opinião ou simplemente falar conosco pode faze-lo através do nosso email mailto:galinhasacucaradas@gmail.com.%20Enjoy it!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Mitologia "Hindu" - II
Lições nº 29 e 30 15/01/2010
Bom-dia a todos!Afinal a apresentação do ponto de situação à turma não foi hoje.
Mas não se preocupem,não nos esquecemos de vocês!Nesta aula iremos publicar um mito "Hindu" intitulado "Indra liberta os rios".A bibliografia é ,obviamente,a mesma.
Indra liberta os rios
Indra é o deus da guerra que é capaz das maiores proezas, sobretudo quando bebia "soma", uma bebida sagrada que dá vigor e mortalidade. Também é considerado deus da fecundidade porque devolveu á terra a água dos rios(o que a torna fértil), (acontecimento retratado neste mito).
Um deus guerreiro
Armado com um raio, Indra é, por vezes, acompanhado pelos Maruts, os ventos da tempestade. Aquando das suas expedições, monta Airavata, o seu elefante branco com seis dentes. Os sacerdotes ou brâmanes suplicam-lhe que escute os elogios que lhe dirigem. Se forem bem feitos, este deus dará a vitória num combate áqueles que lhe imploraram. Este deus magnífico é o mais invocado nos textos Veda.
O guardião dos rios
Na Índia, a água dos rios é essencial, pois irriga a terra e torna mais rica para as culturas. Sem água, os homens conhecem a fome. Um dia, a terrível serpente Vritra impediu o curso da água dos rios, atravessando-se no seu caminho, criando uma barreira com o seu corpo. Mas Indra decidiu libertar as águas prisioneiras. E corta ao meio Vritra com a sua arma. O corpo da serpente monstruosa desaparece debaixo das águas que se precipita enfim em direcção ao mar. Foi assim que Indra permitiu que os sete rios sagrados irrigassem de novo as terras.
Para a próxima aula , iremos publicar outro mito.
Esperemos que tenha gostado.
Enjoy it!
Bom-dia a todos!Afinal a apresentação do ponto de situação à turma não foi hoje.
Mas não se preocupem,não nos esquecemos de vocês!Nesta aula iremos publicar um mito "Hindu" intitulado "Indra liberta os rios".A bibliografia é ,obviamente,a mesma.
Indra liberta os rios
Indra é o deus da guerra que é capaz das maiores proezas, sobretudo quando bebia "soma", uma bebida sagrada que dá vigor e mortalidade. Também é considerado deus da fecundidade porque devolveu á terra a água dos rios(o que a torna fértil), (acontecimento retratado neste mito).
Um deus guerreiro
Armado com um raio, Indra é, por vezes, acompanhado pelos Maruts, os ventos da tempestade. Aquando das suas expedições, monta Airavata, o seu elefante branco com seis dentes. Os sacerdotes ou brâmanes suplicam-lhe que escute os elogios que lhe dirigem. Se forem bem feitos, este deus dará a vitória num combate áqueles que lhe imploraram. Este deus magnífico é o mais invocado nos textos Veda.
O guardião dos rios
Na Índia, a água dos rios é essencial, pois irriga a terra e torna mais rica para as culturas. Sem água, os homens conhecem a fome. Um dia, a terrível serpente Vritra impediu o curso da água dos rios, atravessando-se no seu caminho, criando uma barreira com o seu corpo. Mas Indra decidiu libertar as águas prisioneiras. E corta ao meio Vritra com a sua arma. O corpo da serpente monstruosa desaparece debaixo das águas que se precipita enfim em direcção ao mar. Foi assim que Indra permitiu que os sete rios sagrados irrigassem de novo as terras.
Para a próxima aula , iremos publicar outro mito.
Esperemos que tenha gostado.
Enjoy it!
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
A mitologia "Hindu" I
Lições nº 27/28 08/01/10
Como para a póxima aula teremos de apresentar o "ponto de situação" (ver fases de metologia de um trabalho de projecto no nosso diário de bordo) do trabalho à turma e ao Professor faremos a postagem da próxima aula hoje.
Começamos a abordar uma interesante mitologia: a "Hindu".
- Introdução
- O que é uma mitologia?
- O que é um mito?
- Hinduísmo
- Introdução
- Principais deuses
- Mitos
Cada religião têm os seus próprios mitos.Os Deuses que surgem nos mitos fazem parte de uma religião;Por isso retrata,normalmente, os amores de um Deus,as aventuras de animais fabulosos;podem também contar como se formou o universo,porque nasce o Sol ect. Um Mito que fala de determinado assunto,(relacionado,obviamente com a determinada religião) é sempre contado de mil e uma maneiras diferentes,pois cada religião tem a sua forma de louvar, e os seus próprio(os) Deus(es).Mas nem todas as histórias extraordinárias são mitos.Os homens transmitiram de geração em geração os mitos em que acreditavam.
A Mitologia de uma determinada religião é o estudo dos mitos,costumes, tradições,deuses dessa religião.
O hinduísmo
É considerada uma religião muito complicada.É a religião mais importante da Índia actual.Religíão políteaísta. É resultado de numerosas crenças que se foram alterando ao longo dos milénios.
Os Veda (palavra que significa ''saber'') são textos sagrados que foram escritos entre 1500 e 500 a.C. Os deuses ,segundo as crenças,recriam periodicamente o Universo e lutam contra as forças demoníacas que ameaçam a ordem no mundo, por este motivo é tão importante para os crentes do hinduísmo consagrar aos deuses oferendas e sacrifícios. Os deuses são aproximadamente 33 mas podemos contar até 33.333. Por volta de 1400 a. C reconhece-se uma autoridade divina que pode assumir formas (a Xiva, Brama, Vixnu).
Principais Deuses:
Brama- é o primeiro deus da Trimûrti, a santissíma trindade hindu, mas não recebe tanta importância como os outros dois: Vixnu e Xiva.
Brama é considerado a representação da força criadora do universo.
Vixnu- Na mitologia hindu é o deus responsável pela manutenção do universo.Desceu a terra 9 vezes,na forma de outros seres.A essas decidas chamamos avatares.Xiva, O destruidor. Um dos deuses mais poderosos do hinduísmo.
Nandi, o touro sagrado no hinduismo é um símbolo de fertilidade.
Râma, O herói .Foi Vixnu como um avatar que venceu Ravana, o mais terrível demônio do mundo. Rama representa o hindu ideal: um marido gentil, um rei bondoso e um chefe corajoso contra a opressão. O símbolo dele é a estrela de 6 pontas, ou o hexágono.
Lakshmi, mulher de Vixnu, muitas vezes representada sentada numa flor de Lótus e empunhando outra, representa a boa sorte, a prosperidade e a abundância.Os seus companheiros são dois elefantes. É uma deusa importante.
Sîta, mulher de Râma , um avatar de Vixnu. . Representa a esposa hindu ideal. Foi raptada pelo demônio Ravana e levada para a morada deste, mas permaneceu devotada ao marido. Representa a virtude da Fidelidade no trabalho .
Garuda, a montada de Vixnu, é uma ave mítica de cara branca, de cabeça e asas de águia de corpo e membros de homem. Transportando o deus no seu cintilante dorso dourado, era ás vezes confundida com o deus do fogo, Ágni.
Indra-deus da guerra
Os mitos não seram publicados nesta postagem pois seria degradante para os nossos leitores lerem tanto texto.Ao longo das próximas aulas, seram publicados.Enjoy it!
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